Às avessas com um produto dos desassossegos maiores, dos que a todos atormentam, quando de repente, algo mais concreto e palpável é capaz de provocar o esquecimento do que ti afligirá no futuro.
Rapidamente, o eu todo retorcido dá espaço para aquele outro, divagações sobre aquele olhar, daqueles de reconhecimento. Percebemos que estamos sim “cá dentro de nós, sós”, mas assim seguiremos em companhia. A loucura dá enredo à sintonia, ao ritmo, àquela dança, pra quem tudo é dança, te/êm beleza e te/êm sentido.
Aqui, onde há relação e não contato, se pode dormir no aconchego de sonos embalados por chamas, trovões ou risos depois dos dias em pesadelos ou em sonhos.
A finitude da matéria é certa, seja por qual motivo for. As sensações... sempre virão com as canções.

eu sou sua inspiração.
ResponderExcluirhehehe ;)